quinta-feira, 14 de abril de 2011

Academia mossoroense de letras empossou no dia 14/04/201, o Mais jovem imortal


A Academia Mossoroense de Letras (Amol) realizou no dia 14 de abril de 2011(quinta-feira), a solenidade de posse do mais novo membro. O intelectual que ocupará a cadeira 26, que tem como patrono Inácio Meira Pires, anteriormente ocupada pelo ator Lauro Monte Filho, é o jornalista e poeta Mário Gerson Fernandes de Oliveira. A sessão solene ocorreu na Biblioteca Municipal Ney Pontes Duarte, a partir das 19h30.

O escritor Mário Gerson, nascido a 16 de dezemmbro de 1982 (29 anos de idade), conta qual é a sensação de ser o mais jovem imortal da história da Amol."Sinto-me feliz e, ao mesmo tempo, gratificado com esta honraria que a Amol me concede. Sou um jovem aprendiz da arte literária, diferente de muitos dos membros da instituição, pessoas com grande experiência de vida e de literatura. Além disso, esta é uma responsabilidade a mais, que me chega numa hora em que a entidade se reergue, sob os cuidados de Elder Heronildes, seu presidente. Ter 29 anos e estar entre aqueles que veem na literatura uma forma de mudar o mundo e o que está estabelecido é uma satisfação sem par", revela.

Apesar de ser jovem, o poeta Mário Gerson conta que a entrada no universo da produção literária começou cedo. Ele frisa a importância do apoio do jornal O Mossoroense da divulgação das primeiras produções poéticas.

"Comecei a escrever aos 15 anos de idade. Como Emery Costa lembra e eu nunca me esqueço, o apoio inicial veio justamente do O Mossoroense e dos editores do Caderno dois, em 1996, a saber, Cid Augusto e Emerson Linhares. Eles abriram as portas da publicação para meus poemas. Alguns, aliás, sofríveis, se vistos, hoje, com critério. Desde esse período, por assim dizer, que escrevo. Fundei alguns jornais estudantis, na Escola Estadual Governador Dix-sept Rosado e também o jornal literário Clandestino, que teve quase dois anos de vida, circulando mensalmente", relembra Mário Gerson.

Para o escritor, a literatura nunca se desvinculou da vida dele. "É como uma coisa que carrego em mim, como uma parte do corpo, por exemplo. Vivo de escrever e escrevo para viver", enfatiza.

O poeta tem no currículo três publicações: "Catador de Espumas" (2002), "Gazeta do Oeste - 30 anos" (2007) e "A Morte do Pescador" (2008). Atualmente Mário Gerson é editor do caderno Expressão, jornal Gazeta do Oeste. É conselheiro editorial da Editora Queima-Bucha, de propriedade do poeta Gustavo Luz. Também é membro do Instituto Cultural do Oeste Potiguar (Icop), sociocorrespondente da Academia Apodiense de Letras (Aapol) e membro do Conselho Editorial do Jornal Plural do Conselho Municipal de Cultura.

Mário Gerson lança livro de poemas intitulado "A Noite de Luvas Brancas"

Logo após ser empossado, o poeta Mário Gerson lançará seu livro de poemas intitulado "A Noite de Luvas Brancas". A saudação de recepção, em nome da Amol, será feita pelo acadêmico Filemon Rodrigues Pimenta.

"O livro se chama ‘A Noite de Luvas Brancas’. É um livro de poemas que escrevi em 2002, mas, por uma razão ou outra, sempre o mantive no mesmo lugar: dentro de uma pasta, datilografado. São poemas despretensiosos, apesar de Leontino Filho ver nesta obra um conjunto de textos interessantes. Sendo poesia algo de compreensão subjetiva, creio que o leitor poderá dizer se valerá ou não a leitura desses versos brancos", ressalta o poeta.

A obra estará no site www.srleitura.com.br, com o mesmo valor que será vendida durante o lançamento, R$ 20. No site, os interessados podem adquirir o livro através de outras formas de pagamento. A obra também estará na livraria Potylivros no campus central da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern).

Na ocasião, será anunciada oficialmente vaga a cadeira 32, que tem como patrono Mário Negócio de Almeida e Silva, anteriormente ocupada pelo escritor João Batista Cascudo Rodrigues. No evento também será lançado o Concurso João Batista Cascudo Rodrigues, nas categorias conto e poesia, promovido pela Amol em parceria com a Fundação Vingt-un Rosado.
FONTE: JORNAL O MOSSOROENSE

sábado, 5 de fevereiro de 2011

PRIMEIRO OCUPANTE DA AMOL - MOSSORÓ

OS PRIMEIROS OCUPANTES DA AMOL-ACADEMIA MOSSOROENSE DE LETRAS, COM SEDE NA MINHA QUERIDA E AMADA CIDADE DE
MOSSORÓ-RN
- A METRÓPOLE DO FUTURO

1 – LUIS ALVES NETO

02 - DORIAN JORGE FREIRE


O Jornalista DORIAN JORGE FREIRE, natural de Mossoró-RN, nascido a 14 de outubro de 1936, filho do jornalista Jorge Freire de Andrade e da professora Maria Dolores Couto Freire de Andrade. Era militante da imprensa mossoroense. Neto de jornalista, pois seu avô, jornalista João Freire, era diretor-proprietário de um jornal denominado de Jaguaribe, com circulação na cidade de Aracati, no Estado do Ceará. Tudo isso não deixava de ter influído no futuro de Dorian, no dia 18 de julho de 1948, iniciava na atividade jornalística, para assumir uma seção no jornal O Mossoroense, intitulada de Crônica da Cidade, através da qual Dorian Jorge, com o pseudônimo de Fenelon Gray, passaria a ser um vigilante autêntico dos reais problemas de Mossoró.

Convidado pelo diretor desta folha, venho preencher uma falta de que se ressentia este órgão, como seja, uma Crônica da Cidade. Precisávamos de uma coluna em que se reportasse de que está acontecendo em Mossoró, dos seus problemas, seus assuntos em foco, e suas necessidades que felizmente não são poucos.

Nesta secção semanalmente aparecerá minha croniqueta, que falará um pouco que estiver acontecendo nesta boa terra.

Com a máxima isenção de ânimo, combaterei os erros, os crimes por ventura praticados contra o povo, pedindo à quem de direito à solução das nossas necessidades.

Procurarei traçar minhas palavras dentro do Direito e da verdade e isto farei, fira a quem ferir, pois sinceramente, isto para mim será de importância secundária. Aqui fica, portanto, uma pequena nota, ou explicação do que virá a ser a nova secção do “O Mossoroense’.

Até Domingo.

Assim iniciava Dorian um capítulo de sua história no jornalismo mossoroense, que mais tarde se tornaria uma figura respeitável no gênero com atuação na imprensa do Rio Grande do Norte e do sul do país. Um nome que honra a categoria.

Dorian, teve, ao longo dos 55 anos de jornalismo, um trabalho que dinificava a sua terra. Deixopu suas marcas durante 20 anos, de 1955 até 1975, na imprensa do sul do país, onde se tornou figura destacável em diversos órgãos noticiosos. Esteve ele no Última Hora, no Centro Paulistano, na Revista Brasiliense, No Brasil Urgente, na Editora Abril, na Revista Escola e Realidade. Foi também articulista no Diário de Goiás e no Diário Carioca, durante esse tempo em que morou em São Paulo, de 1955 a 1975.

Ao retornar ao Rio Grande do Norte, reassumiu sua origem. Integrou-se na capital do Estado ao Diário de Natal, na condição de chefe de reportagem, e na Tribuna do Norte, com seu diretor, isto no ano de 1980. Antes, porém, de assumir essas funções, foi diretor de O Mossoroense logo no ano de 1975, quando retornava do sul do país. Tempo depois passou a escrever para o jornal Gazeta do Oeste, onde permaneceu até a sua morte, ocorrida no dia 24 de agosto de 2005.

Dorian Jorge ocupava cadeira nº 2 da Academia Mossoroense de Letras, cujo patrono é o seu pai Jorge Freire. Como também ocupava cadeira nº 20 da Academia Norte-rio-grandenses de Letras, cujo patrono é Auta de Souza, que teve como primeiro ocupante Palmira Wandereley. Ele assumiu a vaga deixada por Mário Moacir Porto.

03 – GILBAMAR DE OLIVEIRA BEZERRA


GILBAMAR DE OLIVEIRA BEZERRA, natural de Mossoró, nascido a 31 de agosto de 1951, filho de Severino Bezerra de Oliveira e de Terezinha Leite de Oliveira. Funcionário do Banco do Brasil, e também Bacharel em Ciências Jurídicas pela Uern, TURMA DE 1985, e membro de diversas instituições culturais, dentre as quais estão A Academia Aruguaiana de Letras, Academia Internacional de Letras “3 Fronteiras” e Instituto Cultural do Oeste Potiguar (ICOP)

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

4 – RAIMUNDO SOARES DE BRITO


RAIMUNDO SOARES DE BRITO - Raimundo Soares de Brito - ou Raibrito, para os íntimos - nasceu em Caraúbas, a 23 de abril de 1920. É filho de José Soares de Brito e de Dona Raimunda Saul da Costa.
Raimundo Soares de Brito foi comerciante em Caraúbas, Fortaleza, Natal e Mossoró. Trabalhou como agente de

estatística em Caraúbas, onde também ocupou o cargo de juiz distrital. Foi agente postal telegráfico em Jucurutu e Caraúbas e gerente postal e telegráfico em Mossoró e Assu, quando se aposentou por tempo de serviço.
Escreveu cerca de 50 títulos, sendo o primeiro e considerado um dos mais importantes a revista Caraúbas Centenária, publicada em 1959 e reeditada em 1999, pela Coleção Mossoroense.
É ocupante da cadeira de número 4, da Academia Mossoroense de Letras (AMOL), da qual foi presidente.
A sua dedicação pela história de Mossoró tem lhe rendido frutos nos últimos anos. Foi destacado, em 1995, com o título de Doutor Honoris Causa da Universidade Regional do Rio Grande do Norte e, em 1997, agraciado com o diploma "Amigo da Cultura". Raibrito, um autodidata, foi presidente da Academia Mossoroense de Letras (AMOL), e é sócio-fundador da Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço (SBEC), sócio-efetivo do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte (IHGRN) e sócio-efetivo do Instituto Cultural do Oeste Potiguar (ICOP).
Atualmente, Raimundo Soares de Brito reside em Neópolis, Natal. Mesmo com a saúde frágil, o amor pela pesquisa continua impregnado em seus gestos.

5 – MONSENHOR HUMBERTO BRUNING

HUMBERTO BRUENINGM natural de São Ludgero-SC, filho de Reinaldo Bruening e de Isabel Rohoden. Chegou cedo a Mossoró. Veio com Dom Jaime. Bbeu água, sentiu a picada das muriçocas, ficou. Foi ao longo dos anos a maior figura do clero mossoroense. De formação humanística, conhecia, em profundidade, o latim e o grego. Além do alemão. Monsenhor Humberto Bruening faleceu em Mossoró no dia 29 de agosto de 1995

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