sábado, 5 de fevereiro de 2011

PRIMEIRO OCUPANTE DA AMOL - MOSSORÓ

OS PRIMEIROS OCUPANTES DA AMOL-ACADEMIA MOSSOROENSE DE LETRAS, COM SEDE NA MINHA QUERIDA E AMADA CIDADE DE
MOSSORÓ-RN
- A METRÓPOLE DO FUTURO

1 – LUIS ALVES NETO

02 - DORIAN JORGE FREIRE


O Jornalista DORIAN JORGE FREIRE, natural de Mossoró-RN, nascido a 14 de outubro de 1936, filho do jornalista Jorge Freire de Andrade e da professora Maria Dolores Couto Freire de Andrade. Era militante da imprensa mossoroense. Neto de jornalista, pois seu avô, jornalista João Freire, era diretor-proprietário de um jornal denominado de Jaguaribe, com circulação na cidade de Aracati, no Estado do Ceará. Tudo isso não deixava de ter influído no futuro de Dorian, no dia 18 de julho de 1948, iniciava na atividade jornalística, para assumir uma seção no jornal O Mossoroense, intitulada de Crônica da Cidade, através da qual Dorian Jorge, com o pseudônimo de Fenelon Gray, passaria a ser um vigilante autêntico dos reais problemas de Mossoró.

Convidado pelo diretor desta folha, venho preencher uma falta de que se ressentia este órgão, como seja, uma Crônica da Cidade. Precisávamos de uma coluna em que se reportasse de que está acontecendo em Mossoró, dos seus problemas, seus assuntos em foco, e suas necessidades que felizmente não são poucos.

Nesta secção semanalmente aparecerá minha croniqueta, que falará um pouco que estiver acontecendo nesta boa terra.

Com a máxima isenção de ânimo, combaterei os erros, os crimes por ventura praticados contra o povo, pedindo à quem de direito à solução das nossas necessidades.

Procurarei traçar minhas palavras dentro do Direito e da verdade e isto farei, fira a quem ferir, pois sinceramente, isto para mim será de importância secundária. Aqui fica, portanto, uma pequena nota, ou explicação do que virá a ser a nova secção do “O Mossoroense’.

Até Domingo.

Assim iniciava Dorian um capítulo de sua história no jornalismo mossoroense, que mais tarde se tornaria uma figura respeitável no gênero com atuação na imprensa do Rio Grande do Norte e do sul do país. Um nome que honra a categoria.

Dorian, teve, ao longo dos 55 anos de jornalismo, um trabalho que dinificava a sua terra. Deixopu suas marcas durante 20 anos, de 1955 até 1975, na imprensa do sul do país, onde se tornou figura destacável em diversos órgãos noticiosos. Esteve ele no Última Hora, no Centro Paulistano, na Revista Brasiliense, No Brasil Urgente, na Editora Abril, na Revista Escola e Realidade. Foi também articulista no Diário de Goiás e no Diário Carioca, durante esse tempo em que morou em São Paulo, de 1955 a 1975.

Ao retornar ao Rio Grande do Norte, reassumiu sua origem. Integrou-se na capital do Estado ao Diário de Natal, na condição de chefe de reportagem, e na Tribuna do Norte, com seu diretor, isto no ano de 1980. Antes, porém, de assumir essas funções, foi diretor de O Mossoroense logo no ano de 1975, quando retornava do sul do país. Tempo depois passou a escrever para o jornal Gazeta do Oeste, onde permaneceu até a sua morte, ocorrida no dia 24 de agosto de 2005.

Dorian Jorge ocupava cadeira nº 2 da Academia Mossoroense de Letras, cujo patrono é o seu pai Jorge Freire. Como também ocupava cadeira nº 20 da Academia Norte-rio-grandenses de Letras, cujo patrono é Auta de Souza, que teve como primeiro ocupante Palmira Wandereley. Ele assumiu a vaga deixada por Mário Moacir Porto.

03 – GILBAMAR DE OLIVEIRA BEZERRA


GILBAMAR DE OLIVEIRA BEZERRA, natural de Mossoró, nascido a 31 de agosto de 1951, filho de Severino Bezerra de Oliveira e de Terezinha Leite de Oliveira. Funcionário do Banco do Brasil, e também Bacharel em Ciências Jurídicas pela Uern, TURMA DE 1985, e membro de diversas instituições culturais, dentre as quais estão A Academia Aruguaiana de Letras, Academia Internacional de Letras “3 Fronteiras” e Instituto Cultural do Oeste Potiguar (ICOP)

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

4 – RAIMUNDO SOARES DE BRITO


RAIMUNDO SOARES DE BRITO - Raimundo Soares de Brito - ou Raibrito, para os íntimos - nasceu em Caraúbas, a 23 de abril de 1920. É filho de José Soares de Brito e de Dona Raimunda Saul da Costa.
Raimundo Soares de Brito foi comerciante em Caraúbas, Fortaleza, Natal e Mossoró. Trabalhou como agente de

estatística em Caraúbas, onde também ocupou o cargo de juiz distrital. Foi agente postal telegráfico em Jucurutu e Caraúbas e gerente postal e telegráfico em Mossoró e Assu, quando se aposentou por tempo de serviço.
Escreveu cerca de 50 títulos, sendo o primeiro e considerado um dos mais importantes a revista Caraúbas Centenária, publicada em 1959 e reeditada em 1999, pela Coleção Mossoroense.
É ocupante da cadeira de número 4, da Academia Mossoroense de Letras (AMOL), da qual foi presidente.
A sua dedicação pela história de Mossoró tem lhe rendido frutos nos últimos anos. Foi destacado, em 1995, com o título de Doutor Honoris Causa da Universidade Regional do Rio Grande do Norte e, em 1997, agraciado com o diploma "Amigo da Cultura". Raibrito, um autodidata, foi presidente da Academia Mossoroense de Letras (AMOL), e é sócio-fundador da Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço (SBEC), sócio-efetivo do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte (IHGRN) e sócio-efetivo do Instituto Cultural do Oeste Potiguar (ICOP).
Atualmente, Raimundo Soares de Brito reside em Neópolis, Natal. Mesmo com a saúde frágil, o amor pela pesquisa continua impregnado em seus gestos.

5 – MONSENHOR HUMBERTO BRUNING

HUMBERTO BRUENINGM natural de São Ludgero-SC, filho de Reinaldo Bruening e de Isabel Rohoden. Chegou cedo a Mossoró. Veio com Dom Jaime. Bbeu água, sentiu a picada das muriçocas, ficou. Foi ao longo dos anos a maior figura do clero mossoroense. De formação humanística, conhecia, em profundidade, o latim e o grego. Além do alemão. Monsenhor Humberto Bruening faleceu em Mossoró no dia 29 de agosto de 1995

6 – AMÉRICO DE OLIVEIRA COSTA

Américo de Oliveira Costa

Nasceu em Macau em 22 de agosto de 1910. Morreu em Natal no dia 1º de julho de 1996.

Colaborador da Resistência Francesa na Segunda Guerra Mundial, feito que o distinguiu mais tarde com condecorações de Cavalheiro e Oficial das Palmas Acadêmicas e Cavalheiro e Oficial da ordem Nacional do Mérito, do Governo Francês, além de consul honorário da França, em Natal, a vida intelectual de Américo de Oliveira Costa se dividiu entre a paixão pela cultura francesa e a dedicação à cultura de nossa terra.

É prova dessa segunda paixão seus livros Viagem ao Universo de Câmara Cascudo, vencedor do Prêmio Nacional Luís da Câmara Cascudo da Fundação José Augusto, de 1969, e a Seleta de Luís da Câmara Cascudo (organização, estudos e notas).

Um dos fundadores da Aliança Francesa em Natal, seu amor à cultura francesa se expressa nas compilações que fez na sua vasta biblioteca, e que reuniu nos livros A Biblioteca e seus Habitantes e o Comércio das Palavras, (em quatro volumes) onde predominam citações de autores clássicos, sobretudo franceses.

Formado em Direito pela Faculdade do Recife, em 1935, foi prefeito eleito do município de Bebedouro, atual Agrestina, em Pernambuco, de 1935 a 1937, cassado pelo Estado Novo. Em Natal, foi chefe de gabinete do governo de Rafael Fernandes, promotor de Justiça em Currais Novos e em Mossoró, diretor do Departamento de Estatística e secretário-geral do Estado nos governos de Dix-Sept Rosado Maia e Sylvio Pedroza. Foi procurador do Estado e por duas vezes juíz do Tribunal Eleitoral, professor do Colégio Diocesano de Mossoró, do Ginásio Sete de Setembro, da Escola Doméstica, da Escola Normal, da Faculdade de Jornalismo Elóy de Souza e da Faculdade de Direito (titular e emérito) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

No jornalismo, escreveu em "O Mossoroense", de Mossoró, em "O Festeiro", do Recife, em "A Notícia", no "Diário da Manhã" e no "Diário de Pernambuco". Foi secretário dos Diários Associados de Natal e colaborou em outros jornais da cidade, como "Tribuna do Norte".

Foi o primeiro jornalista a manter uma crônica diária na Rádio Poti, intitulada "Gazeta Sonora".

Foi membro da Academia Norte-rio-grandense de Letras,- onde ocupou a cadeira cujo patrono era o seu conterrâneo Aurélio Pinheiro; do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte; do Conselho de Cultura do Estado do Rio Grande do Norte e membro correspondente do Pen-Club do Brasil.

FONTE: O NORDESTE.COM

7 – EMERI JUSSIER COSTA


Natural de Mossoró, nascido a 13 de fevereiro de 1946, filho de Eliseu de Oliveira Costa e Julita de Oliveira Costa. É casado com Maria Luiza Martins de Almeida Costa (Maysa) e pai de Mayria Giovanara Costa Ribeiro Dantas e Emery Jussier Costa Júnior

8 – ZENAIDE DE OLIVEIRA COSTA

ZENAIDE DE ALMEIDA COSTA, natural de São Miguel, nascida a 5 de abril de 1926=3. Escritora, poetisa e musicista potiguar. Publicou “A Vida em Clave de Dó, livro que, na opinião do também acadêmico de Classe DALVA STELLA, mestra e também poetisa. Foi a primeira potiguar a publicar um romance.

9 – EDNA DUARTE DANTAS

EDNA DUARTE DANTAS, natural de Mossoró, nascida a 16 de setembro de 1939, filha de Amâncio Dantas e Bernardina de Carvalho Dantas. Estudou no Ginásio Sagrado Coração de Maria, em sua terra, continuando os estudos em Fortaleza. Formou-se em Direiro na UERN, mas optou pelo magistério

Desde muito jovem publica crônicas no Jornal o Mossoroense (17/10/1872(. Seu primeiro livro – SETRE DEGRAUS DO ABSURDO – COMPOSTO DE SETE CONTOS, recebeu Menção honrosa do Prêmio Câmara Cascudo, em 1974

10 – JAIME HIPÓLITO DANTAS

JAIME HIPÓLITO DANTAS -

Natural de Caicó-RN, nascido a 01 de dezembro de 1927, porém, mossoroense de coração. Em Mossoró constituiu família e passando maior parte de sua vida na terra de Santa Luzia. Faleceu em Natal no dia 22 de março de 1993. Jornalista, contista, poeta, cronista. Era bacharel em Direito. Além ser imortal da Academia Mossoroense de Letras é também patrono de rua.

Uma visão crítica sobre JAIME HIPÓLITO DANTAS

NOS SEUS COMENTÁRIOS SOBRE MERQUIOR, JAIME HIPÓLITO DEMONSTRA PROFUNDA ADMIRAÇÃO, TECENDO COMENTÁRIOS BASTANTE PARECIDOS COM OS QUE DORIAN JORGE FREIRE O DEDICA NO PREFÁCIO DE SEU LIVRO “DE AUTORES E DE LIVROS”

Alguns valores semânticos da língua portuguesa ainda causam estranhamento do ponto de vista coloquial, por tanto se faz necessário falar sobre o peso da palavra “escrita”, para depois adentrar na “Crítica Literária”, realizada por JAIME HIPÓLITO DANTAS em seu livro De Autores e de livros”. Segundo o dicionário Luft, crítica é a arte ou faculdade de examinar ou julgar obras de natureza literária, artística ou científica. A palavra em si carrega um peso negativo: “Julgar”, “censurar”, maledicência (maldizer) – todos esses léxicos traduzem esta negatividade, por isso ao falarmos em “crítica”, o senso comum trata logo como algo ruim

“E quando escrevemos estamos, sim, à mercê deste julgamento, desta análise crítica”, pois o texto torna-se exposto quando lido por outras pessoas. No caso de uma obra literária de qualquer gênero, existem determinados críticos para se produzir e para analisar. Sendo assim, a crítica literária é atividade muito laboriosa para quem a realiza, uma vez que o leitor está em busca de mais informações deste universo paralelo que criamos com a literatura.

No caso de crítica escrita por Jaime Hipólito Dantas, podemos considerar como um livro muito fluente. Sendo uma leitura agradável e compreensível até para um leitor iniciante neste gênero. “De autores e de livros” desperta a curiosidade e interesse pela leitura da literatura mundial, nacional e regional; tem profundidade e limpidez necessária ao entendimento do leitor.

Jaime Hipólito nos mostra o momento histórico, as influências de determinados autores para assim fundamentar seus comentários, traçando um perfil de obra e autores, fazendo este entrelaçamento de fatos. Como exemplo, podemos citar sua crítica aos contos de Dalton Trevisan, onde JAIME Hipólito traça primeiramente um perfil

Reportagem especial publicada no Caderno EXPRESSÃO do jornal Gazeta do Oeste do dia 19 de março de 2007.

11 – PADRE SÁTIRO CAVALCANTI DANTAS


Nascido em 22 de janeiro de 1930, na cidade de Pau dos Ferros, Pe Sátiro ficou órfão aos 11 anos. Mesmo sendo considerada uma criança travessa, comilona e esperta, o ainda menino sentiu a vocação religiosa despertar aos 13 anos. "Nunca quis ser padre. Quem tinha esse desejo era Zé Dantas ( irmão). Quando decidi me tornar sacerdote, somente minha mãe e padre Caminha acreditaram. Minhas professoras diziam que eu era um menino inteligente e queria só os estudos e depois não seguiria", recordou.

Mordendo a própria língua e coçando a cabeça calva de quase 80 anos, ele relembrou que no dia 09 de fevereiro de 1943, após seguir viagem de trem, desembarcou na cidade de Mossoró junto com a mãe e os cinco irmãos. E no mesmo dia, Pe Sátiro ingressou no Seminário de Mossoró. Após alguns anos de dedicação aos estudos e a religião, o jovem seguiu para Fortaleza, depois Recife e por fim Roma, onde permanece por cinco anos, formou-se em Teologia e foi ordenado padre. Retornando à Mossoró. Ainda insatisfeito intelectualmente, Pe Sátiro, cursou Direito na Paraíba e entrou para a lista dos 125 bacharéis da família. Clã esse, que conta com um Ministro do Superior Tribunal de Justiça ( José Dantas) e dois desembargadores ( Licurgo e Expedito Dantas). E a fome pelo conhecimento fez o menino gago e danado de Pau dos Ferros se transformar numa referência do Estado do Rio Grande do Norte.

12 – LAURO DA ESCOSSIA FILHO



LAURO MONTE FILHO, natural de Mossoró, nascido a 1 de junho de 1933, filho de Lauro de Albuquerque Monte Rocha (21/3/1898 – 31/10/1977) e de Maria de Lourdes Nogueira do Monte. Casou-se com Heliane Marques de Lima Monte, de cujo matrimônio nasceram três filhos. Concluiu Ciências Jurídicas pela UERN, em 1981. Atuou como ator desde a mocidade, tendo fundado o TEAM-Teatro de Entidades Amadores de Mossoró. Pertenceu a Diretoria do Clube Ipiranga e da ACDP. Na área de educação exerceu o magistério em diversos estabelecimentos da cidade de Mossoró. Na Prefeitura Municipal de Mossoró exerceu a Assessoria de Turismo por muito tempo. Foi sócio fundador da Amol. Faleceu no dia 7 de julho de 1997.

13 – JOSÉ LACERDA ALVES FELIPE


Natural de Mossoró, nascido a 20 de fevereiro de 1948. professor, formado em geografia pela UEFN. Escreveu e publicou diversos livros, entre eles: “A GEOGRAFIA RETORNA AO9 LUGAR” – “TERRITÓRIO E TERRITORIALIDADES”. “MOSSORÓ – UM ESPAÇO EM QUESTÃO”, 1980; ORGANIZAÇÃO DO ESPAÇO URBANO DE MOSSORÓ, DISSERTAÇÃO APRESENTADA AO CURSO DE MESTRADO EM GEOGRAFIA, 1982; TIBAU – ESPAÇO E TEMPO


13 – JOSÉ LACERDA ALVES FELIPE


Natural de Mossoró, nascido a 20 de fevereiro de 1948. professor, formado em geografia pela UEFN. Escreveu e publicou diversos livros, entre eles: “A GEOGRAFIA RETORNA AO9 LUGAR” – “TERRITÓRIO E TERRITORIALIDADES”. “MOSSORÓ – UM ESPAÇO EM QUESTÃO”, 1980; ORGANIZAÇÃO DO ESPAÇO URBANO DE MOSSORÓ, DISSERTAÇÃO APRESENTADA AO CURSO DE MESTRADO EM GEOGRAFIA, 1982; TIBAU – ESPAÇO E TEMPO


14 – MARCOS ANTÔNIO FILGUEIRA

MARCOS ANTONIO FILGUEIARA, natural de Mossoró, nascido a 13 de setembro de 1949, filho de Nestor Filgueira Bularmarqui e Íris Ferreira da Silva. FEZ O CURSO GINASIAL E O TÉCNICO N AeSCOLA Técnica de Comércio União Caixeiiral, terminando emos em 1966 e 1970. Entrou para anttiga ESAM, atual UFERSA, em 1973, graduando-se em 11 de dezembro de 1976, em Engenharia Agronômica. Fez mestrado em Agronomia – Área de Concentração: Fitolecnica, pela UFLA, Minas Gerais

15 – DALVA STELLA NOGUEIRA FREIRE


- DALVA STELLA NOGUEIRA FREIRE, natural de Jaguaruana, antiga União-CE, filha de Joaquim Ribeiro Freire e Adelaide Nogueira Freire. Estudou música em Natal, de agosto de 1947 a 1949. É formada em Letras Neo-Latinas pela antiga Faculdade Católica de Filosofia do Ceará, turma de 1948. Pós-Graduação em Música no Rio de Janeiro, no Instituto Villa-Lobos, em 1960/61. Cidadão Mossoroense por titulo que lhe foi conferido pela Câmara Municipal de Mossoró, em 20 de fevereiro de 1981

16 – PAULO MEDEIROS GASTÃO

natural de Triunfo-PE, nascido a 14 de novembro de 1938, filho de Manoel Gastão Cardoso e Maria José Torquato.

Exerceu o cargo de diretor do curso noturno no Instituto de Educação, onde lecionava Química. Foi professor do Colégio Diocesano Santa Luzia, professor fundador da Escola Superior Agricultura-ESAM, atual UFERSA, Diretor do Hospital de Caridade de Mossoró, atual Hospital Duarte Filho. Colaborador do jornal Gazeta do Oeste (25/09/1979). Fundaodr e ex-presidenete da Sociedade Brasileira de Estudos do Congaço-SBEC. Tem várias obras publicadas na área de radiomadorismo, além de um dicionário – CONTRIBUIÇÃO A UMA BIBLIOGRAFIA DO CANGAÇO (1845 – 1996)

17 - JOSÉ COSME NETO

18 – DELFILIO GURGEL

19 – PAULO AFONSO LINHARES

20 – AMÉRICA FERNANDES ROSADO MAIA

América Fernandes Rosado Maia, natural de Gi-Mirim-MG, nascida em 12 de março de 1922, filha do farmacêutico Américo Brasil Fernandes, filho de Cornélio Fernandes e Presciliana Fernandes e da professora Ester Pereira Fernandes, filha de Francisco Sales Pereira e Escolástica Cândida Pereira. - “A viúva de Vingt-un Rosado, que ao seu lado, trabalhou a vida inteira para construir a Coleção Mossoroense. Ela sempre deu suporte à obra de Vingt-un. A legítima parceira na pesquisa, na forma, na publicação, na luta dele em favor da cultura norte-rio-grandense. Sem ela, tudo seria impossível. Para que se tenha uma idéia da importância de dona América Rosado para a Academia, quero dizer que nenhuma cidade brasileira tem a bibliografia de Mossoró que ela ajudou a construir. A eleição de dona América Rosado é o reconhecimento que Mossoró é a cidade da cultura literária do Rio Grande do Norte”. América foi eleita no dia 7de agosto de 2006. A eleição da mossoroense de coração foi baseada no exemplo que ela apresentou em prol da educação e cultura de Mossoró. Ela é considerada de Mossoró por ter construído na cidade família com um mossoroense, Vingt-Un. Com formação acadêmica em Serviço Social, a estudiosa fez trabalhos de cunho social na criação da Fundação Biblioteca Pública de Mossoró e coordenou diretamente alguns cursos da Universidade Federal REGIONAL DO Semi-árido, antiga Escola Superior de Agricultura de Mossoró.

Quando o assunto é a Coleção Mossoroense a importância da imortal também não é pequena. No acervo de livros sobre a seca no Rio Grande do Norte a escritora possui 75 obras próprias

21 – JERÔNIMO VINGT-UM ROSADO MAIA



JERÔNIMO VINGT-UM ROSADO MAIA, natural de Mossoró, nascido às 21 horas do dia 25 de setembro de 1920 e faleceu em 21 de dezembro de 2005, com 85 anos de idade. Nasceu na Rua Trinta de Setembro, filho de Jerônimo Rosado, filho Jerônimo Ribeiro Rosado e Vicência da Conceição Rosado; e de Dona Isaura Rosado Maia, filha de Major Lurentino Ferreira Maia e Maria Florentina Henriques Maia. Casou-se em 29 de setembro de 1947, com a professora América Fernandes Rosado Maia, natural de Gi-Mirim-MG, nascida em 12 de março de 1922, filha do farmacêutico Américo Brasil Fernandes, filho de Cornélio Fernandes e Presciliana Fernandes e da professora Ester Pereira Fernandes, filha de Francisco Sales Pereira e Escolástica Cândida Pereira.

22 – CARLOS BORGES DE MEDEIROS

23 – LUÍS FAUTO DE MEDEIROS

24 – PEDRO BATISTA DE MELO


Natural de Mossoró, nascido a 01 de maio de 1927 e faleceu em sua terra natal no dia 25 de janeiro de 1992, filho de Hemetério Pedro de Melo e de Antonia Batista de Melo. Foi funcionário do antigo D.C.T., exercendo a função de telegrafista. Era consorciado com Maria de Lourdes Lima de Melo, de cujo enlace deixou vários filhos. Economista da Faculdade de Ciências Econômicas de Mossoró, turma de 1979. Telegrafista concursado. Publicou entre outros: Minhas Memórias da Faculdade de Ciências Econômicas, Coleção Mossoroense. Vol. CCLVI – 1982; Memórias de um telegrafista, Coleção Mossoroense, Vol. CCXIII – 1985.

25 – BENEDITO VASCONCELOS MENDES

26 – LAURO MONTE FILHO

27 – RAFAEL BRUNO FERNANDES NEGREIROS

28 – RAIMUNDO N. CAVALCANTI NUNES

29 – D. JOSÉ FREIRE DE OLIVEIRA NETO

30 – MILTON DE ALBUQUERQUE PEDROSA


Natural de Mossoró, nascido a 17 de novembro de 1911, filho de Eriberto Napoleão Pedrosa e Bráulia de Albuquerque Pedrosa. Estudou em Mossoró, formando-se pela Escola Normal, em 1929. Ensinou no Grupo Escolar da mesma Escola em 1930. Em 1931 viajou para Natal e em 1932 para o Rio de Janeiro, onde ingressou na Escola de Sargentos Aviadores, cujo curso fez, terminando como segundo sargento por ter sido classificado num dos primeiros lugares. Ao mesmo tempo fez o curso de humanidades. Em 1937, mudou-se para Belo Horizonte - MG. Aí fez o Curso de Direito em 1941, advogou na capital mineira e trabalhou em vários jornais. Regressou em 1949 ao Rio de Janeiro. Trabalhou no Diário de Notícias, como um de seus redatores e secretariava um semanário carioca. Colaborou nas principais revistas do país, assinando com pseudônimo muitos trabalhos

Públicos os seguintes livros: MINHA TURMA, coletânea de pequenas biografias de seus companheiros de turmas da Faculdade de Direito de Minhas Gerais (ESGOTADA); A Face de Marta, volume de contos – estréia literária propriamente, edição de 1946, da Livraria Cultura Brasileira Ltda;. Belo Horizonte (esgotada) e Passos Cegos, romance de 194; e Plano: Salina, um romance sobre as salinas de Mossoró e Macau

Foi um dos diretores do Sindicato dos jornalistas profissionais

31 – JOMAR FERREIRA DA COSTA


Jomar Rego, natural de Pau dos Ferros, nascido a 4 de janeiro de 1941. Ainda criança foi residir em Mossoró e naquela cidade fixou residência. É um dos sócio mais antigo do ICOP-Instituto Cultural do Oeste Potiguar. Com 21 livros publicados pela Coleção Mossoroense, Fundação Vingt Rosado e outros no prelo. O primeiro chama-se PONTO DE ADMIRAÇÃO (POESIA). O 2º é intitulado de POESIA. ÚLTIMOS SONETOS, 2000; EPÍSTOLAS, 1999; CELSO RÊGO, PAI DELE, 2000; ensaios, 2004; insônia, 2001; o PARNASO FLORIANIENSE, 1887; ALEXADRINOS, 1998; POESIAS COMPLETAS, 2002

O seu início com a poesia foi aos 14 anos de idade. Ele começou a escrever seus primeiros versos em 1955. Depois preparou para as estrofes mais difíceis em poesia: o soneto. Que considera o trabalho mais difícil para os poetas

32 – JOÃO BATISTA CASCUDO RODRIGUES

33 – JOSÉ AUGUSTO RODRIGUES

Natural de Mossoró, nascido a 26 de janeiro de 1915, filho de Francisco Peregrino Rodrigues e de Antonia Ferreira Rodrigues. Recebeu as primeiras letras e redimentos de aritmética da Professora Perpétua Filgueirea, em sua residência, na atual rua Dr. Almeida Castro, defronte à Praça da Redenção, na cidade de Mossoró (1921-1922); e parte inicial do Curso Primário, no grupo Escolar 30 de Setembro, também em Mossoró, então dirigido pelo Professor Eliseu Viana, Diretor da Escola Normal

Fez o Curso Secundário no Ginásio Santa Luzia, à época dirigido pelo Cônego Amâncio Ramalho, cujos exames de admissão eras presididos pela professora Rita Sampaio.Mais tarde ingressou na Escola Normal, tendo se formado pela turma de 1934, da qual foi seu orador em 1935

Bacharel em Ciências Juricicas e Sociais pela Faculdades de Direito do Ceará, em 1942. Escrivão, Tabelião e Oficial Privativo de REGISTRO Geral de Imóveis e de Títulos e Documentos, por nomeação, do 1º Cartório Judiciároio de Mossoró, de 1935 a 1939.

Adjunto de PROMOTOR DAS COMARCAS DE Mossoró e Areia Branca; nomeado Procurador de Contas, do Quadro de Pessoal, do Tribunal de Contas do Estado – Corpo Especial.

Professor e diretor de diversos estabelecimentos educacionais de Mossoró. Integrou ainda no Rotary Clube de Mossoró. Colaborou em diversos jornais e revistas de Mossorí, tais como: O Mossoroense, O Nordeste, Correio do Povo, Jornal do Oeste, Correio Festivo, O Festeiro, O Caixeiral, A Escola, A Voz do Estudante, e outros.

José Augusto faleceu em Natall, onde residia, aos 29 de dezembro de 1995

34 – SEBASTIÃO VASCONCELOS DOS SANTOS

Nasceu no sítio Carro Quebrado, no município de Grossos-RN, a 20 de janeiro de 1927, filho de Artur Clementino dos Santos e de Francisca de Vasconcelos dos Santos.

Sua vida escolar começou em 1939, no Grupo Escolar Conselheiro Brito Guerra, de Areia Branca. Transferindo para Mossoró, matriculou-se no Grupo Escolar 30 de Setembro, onde concluiu o curso primário em 1942. Seus estudos intermediários foram feitos na Escola Técnica União Caixeiral, onde permaneceu de 1943 A 1949. Em 1951 ingressou na Faculdade de Direito de Alagoas, sediada em Maceió, no curso de Ciências Políticas e Sociais, concluindo em 1955. Falando da sua opção pelo curso de Direito.

Por ser de família humilde, teve que conciliar os estudos com o trabalho, o que o dignificou mais ainda. Foi balconista, datilógrafo, contínuo/escriturário. Posteriormente foi Adjunto de promotor de Justiça do Termo sede da Comarca de Apodi de 1954 a 1955, Juiz Municipal do Termo de Grossos, da Comarca de Areia Branca, de 1956 a 1960 e Escrivão e Tabelião do Primeiro Cartório de Mossoró, através de concurso público realizado na Comarca de Caraúbas. Foi escrivão Eleitoral da 34ª Zona Eleitoral, Mossoró-RN, em diversos períodos, pelo critério de rodízio, foi Oficial do Registro Geral de Imóveis da 1ª Zona da Comarca de Mossoró, a partir de 19 de dezembro de 1960, em cuja função permaneceu até 20 de janeiro de 1997, Foi ainda professor da Escola Técnico de Comércio União Caixeiral, no período compreendido entre os anos de 1952 s 1960, onde lecionou as disciplinas: Estenografia, Contabilidade Mercantil, contabilizada, Contabilidade Bancária e Agrícula, Direito Usual e Contabilidade Pública. Foi vice-diretor da referida escola no período de 1956 a 1960. Foi presidente da Sociedade União Caixeiral de Mossoró no período de 1961 a 1963, presidente da União dos Artistas de 1978 a 1979 e vice-presidente do Clube Mossoroense da previdência de 1980 a l181. Como podemos perceber, foi sempre um homem dinâmico, ativo, útil.

Como se não bastassem as suas ocupações profissionais, foi ainda Venerável da Loja Maçônica 24 de Junho, idealizador e fundador da Loja Maçônica Jerônimo Rosado, Membro Fundador da Academia Mossoroense de Letras, onde ocupou a Cadeira nª 34, que teve como paraninfo o professor Abel Coelho, Membro do Conselho Técnico Administrativo da Eascola Superior de Agricultura de Mossoró, atual Ufersa-Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Sócio correspondente do IHGRN e vice-presidente da Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer.

Faleceu em Mossoró no dia 23 de dezembro de 2005, aos 78 anos de idade

35 – DAMIÃO SABINO DA SILVA


Natural de Mossoró, nascido a 11 de fevereiro de 1951. Casado com Maria Zilma de carvalho Sabino, com quem teve quatro filhos.

Damião Sabino nasceu no Bairro Santo Antônio e morou por vários anos na Travessa da Guia, no Bairro Pintos, que ele considerava fonte de inspiração e uma vitrine da cultura de Mossoró. Estudou em escolas públicas e rea formado em História pela Universidade Estadual do Rio Grande do Norte. Escreveu vários livros: Entre eles destacam-se: Poesias, Contos e Crônicas; Patronos dos Educandários de Mossoró, Vingt-Un e a Cultura, História da Igreja Evangélica de Deus Barro Pinto e Congregação do Arraial, Parada para Meditar e Retalhos do Meu Intimo.

Professor da rede pública de ensino e membro da Amol. Ele escrevia artigos para os jornais “O Mossoroense”, “Gazeta do Oeste”, “A Voz da Assembléia de Deus” e “Mensageiro da Paz”. Foi auxiliar do trabalho na Congregação da Assembléia de Deus. Faleceu em Mossoró no dia 5 de outubro de 1998.

35 – DAMIÃO SABINO DA SILVA


36 – FRANCISCO CANINDÉ QUEIROZ E SILVA

Natural de Pau dos Ferros, nascido a 14 de abril de 1948, filho do natalense José Luiz da Silva, guarda da SUCAM e a professora PAUFERRENSE Raimunda Florêncio de Queiroz e Silva. Canindé começou a ler em sua terra natal. Sua primeira professora foi dona Inalda Cabral Rocha, nascida a 25 de janeiro de janeiro de 1925, filha de Pedro Alves Cabral e Antonia Néri Cabral Ainda criança transferiu-se para a cidade de Mossoró. Em Mossoró estudou o ginásio na Escola Normal, no Colégio Diocesano Santa Luzia o 2º Grau, atual ensino fundamental, que concluiu em Natal, no Atheneu. Mas em todas as férias ele ia para Pau dos Ferros.
Quando se mudou para Natal, Canindé recebeu bastante apoio do irmão mais velho, Assis Queiroz, sob todos os aspectos. A época, Assis residia no Rio de Janeiro e já estava bem situado financeiramente.
Em Natal os irmãos receberam apoio das tias Francisca Queiroz e de Cícera Queiroz, além do apoio do tio, deputado federal Antônio Florêncio de Queiroz (21/3/1926 – 11/4/1991), filho de João Florêncio de Queiroz e Francisca Alzira do Rego, irmão de sua mãe.
Canindé foi presidente da Casa do Estudante de Natal, numa época muito difícil. O país vivia os tempos da ditadura. “Sempre gostou de política estudantil”. Nessa época fez bons contatos com políticos, como por exemplo os ex-governadores Dinarte Mariz e Aluízio.
Jovem e bonito, Canindé Queiroz sempre fez sucesso entre as mulheres. Principalmente durante as campanhas políticas, era bastante assediado. Casou-se em segundas núpcias com a advogada, procuradora de justiça Maria Emilia Lopes Pereira, mossoroense, mãe de Isadora Pereira Queiroz e Silva, Tito Lívio Pereira Queiroz, Ana Cláudia e Jules Michelet Pereira Queiroz e Silva.
Em 15 de novembro de 1972, Canindé Queiroz foi eleito vice-prefeito de Mossoró, na chapa encabeçada pelo saudoso Jerônimo Dix-huit Rosado Maia (21/5/1912 – 26/10/1996).
Em 30 de abril de 1977, Canindé Queiroz fundou na cidade de Mossoró o jornal GAZETA DO OESTE, principal jornal do interior do Rio Grande do Norte. Tomou posse em 26 de maio de 1989 como membro da Academia Mossoroense de Letras, Cadeira nº 32, que tem como patrono MANOEL DE ALMIDA BARRETO.

37 – ÉLDER HERNILDES DA SILVA


– Natural de Mossoró, nascido a 9 de setembro de 1933, filho de Francisco José da Silva e Francisca Laura da Silva, é casado com Zélia Macedo Heronildes e pai de George Macêdo Heronildes e Disreeli Macêdo Heronildes. Ele assumiu a Cadeira 21 na instituição, através de uma campanha encabeçada pelo saudoso escritor mossoroense Vingt Rosado que o apoiou na inciativa, como também dos beneplácito dos acadêmicos da ANL. Ele substituiu o escritor Luís Carlos Guimarães, na cadeira 37, que também pertenceu ao contista e pintor Newton Nazarro e ao poeta modernista Jorge Fernandes, considerado o primeiro poeta desse g~ENERO NO Rio Grande do Norte, que mereceu a admiração de escritores da era modernista como é o caso do paulista Mário de Andrade. “Ele foi de certo modo consagrado por Mário de Andrade. Inclusive, Mário chegou mesmo a escrever sobre o poeta Câmara Cascudo. Manoel Bandeira também escreveu sobre ele.

Vingt-Um insistiu que Élder Heronildes fosse candidato à de Luís Carlos Guimarães, mas Diógenes da Cunha Lima queria que ela fosse ocupada por Ney Leandro. Certo. Ele tem os seus méritos. Mas, há algum tempo ele mesmo dizia que não queria a academia. Ele (Ney Leandro) disse que não gostava da academia porque fedia a leharia, a naftalina. Enquanto isso, ele (Élder Heronildes) louvava os acadêmicos, achando que era uma honra está ao lado de pessoas com tanta cultura.

38 – RAIMUNDO NONATO DA SILVA

RAIMUNDO NONATO DA Silva É patrono da cadeira 38 da Academia Mossoroense de Letras, ocupada atualmente por Massilon Pinheiro da Costa. Faleceu no Rio de Janeiro a 22 de agosto de 1993

39 – MONSENHOR AMÉRICO V. SIMONETTI

40 – RAIMUNDO SOARES DE SOUZA

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

PATRONOS DA AMOL


OS 40 PATRONOS DA ACADEMIA MOSSOROENSE DE LETRAS

01 – JONAS REGINALDO DA ROCHA

2 – JORGE FREIRE DE ANDRADE

JORGE FREIRE DE ANDRDE, natural de Aracati-CE, nascido a 11 de junho de 1903. Ainda jovem, transferiu residência para Mossoró, onde fixou como auxiliar do comércio. Em Mossoró se matrimoniando com a professora Maria Dolores Couto Freire de Andrade e constituindo família. Portador de invejável talento, facilmente ingressou no jornalismo, passando a colaborar-nos vários órgãos da imprensa e revistas literárias da cidade. Foi por muitos anos redator de O Mossoroense, mantendo no centenário jornal uma crônica permanente. Em 1955 fixou residência em São Paulo, onde faleceu no dia 19 de agosto de 1992. Seus restos mortais e de sua esposa foram translado para o Cemitério Público Municipal São João Batista, na cidade de Mossoró. Jorge Freire é patrono da cadeira nº 2 da Academia Mossoroense de Letras.

3 – JOSÉ MARTINS DE VASCONCELOS

4 – JOSÉ OCTÁVIO PEREIRA LIMA

Natural de Araruna-PB, nascido a 8 de setembro de 1895. Ainda jovem transferiu-se para Mossoró, cuja cidade foi campo maior das suas atividades, foi comerciante, dono de livraria e atelier fotográfico. Como jornalista, fundou e dirigiu o “O Correio do Povo”, o primeiro jornal que circulou diariamente em Mossoró. Publicou “Terra Nordestina, problemas, Homens e Falas”, e escreveu um trabalho em versos historiando o ataque de Lampião a Mossoró. Inspetor Federal do Ensino e primeiro prefeito provisório de Mossoró, após a Revolução de 30. Governou Mossoró no período de 6 de outubro de 1930 a 17 de outubro de 1930. Faleceu em Mossoró no dia 3 de abril de 1958.

3 -MANOEL DE ALMEIDA BARRETO

MANOEL DE ALMIDA BARRETO, natural de Canguaretama-RN, nascido a 10 de janeiro de 1895 e faleceu em recife no dia 16 de fevereiro de 1961. Órfão de pai foi educado por seu tio, Padre Joaquim Antônio de Almeida, que seria Bispo do Piauí e Natal.

Inclinou-se à carreira eclesiástica, em cujo ministro foi cura da Sé e de Natal e, pároco de Macaíba e de Mossoró. Sobressaiu-se nos misteres de educador. Sendo por duas vezes diretor do colégio Diocesano Santa Luzia de Mossoró. Também teve destacada atuação no magistério de Campina Grande-PB.

5 – LAVOISIER MAIA

LAVOISIER MAIA, natural de Brejo do Cruz-PB, nascido a 17 de setembro de 1896, mas desde moço radicou-se em Mossoró, onde casou-se, constituiu família, viveu e morreu. Médico pela Faculdade Nacional de Medicina do Rio de Janeiro, turma de 1923. Em 1927 chegou a Mossoró onde exerceu a profissão. Faleceu no dia 8 de outubro de 1971

6 - AURÉLIO WALDOMIRO PINHEIRO

AURÉLIO VALDEMIRO PINHEIRO, natural de São José de Mipibu-RN, nascido a 28 de janeiro de 1882. Médico pela Faculdade de Medicina da Bahia, turma de 1907, jornalista, poeta, contista, romanchista, ensaísta, memorialista, filólogo. Após sua formatura exerceu por algum tempo a profissão de médico em Macau e Areia Branca. Em Areia Branca sendo médico da Saúde do Povo. Faleceu em Niterói-RJ, no dia 17 de novembro de 1938

7 – RAUL CALDAS

Natural de Mossoró, nascido a 2 de julho de 1889 e faleceu em 10 de abril de 1940. Filho de Rufino da Silva Caldas e Francisca Prisca de Oliveira CALDAS. Químico industrial, Jornalista, orador poeta e literário. Pioneiro da indústria extrativista do óleo de oiticica em Mossoró e região. De acordo com o saudoso Tércio Rosado, Raul Caldas foi a mais vigorosa inteligência que floresceu em Mossoró. Foi “uma sinfonia inacabada”, diz Câmara Cascudo.

8 – MARIA SYLVIA V. CÂMARA

Natural de Mossoró, nascido a 6 de março de 1908, filha do jornalista José Martins de Vasconcelos e de dona Silvia Amélia Fernandes Freire de Vasconcelos. Diplomada pela Escola Normal de Mossoró, na sua primeira turma. Com amigos e colegas, escreveu para jornais. Faleceu no dia 2 de maio de 1987

9 – JERÔNIMO ROSADO


Casamento

O primeiro Rosado se casou duas vezes. Sua primeira mulher, Maria Rosado Maia, lhe deu três filhos: Jerônimo Rosado Filho, Laurentino Rosado Maia, que morreu 15 dias depois do nascimento, e Tércio Rosado Maia, o primeiro dos numerados. Maria Rosado morreu logo depois do nascimento de Tércio. Deixou um último pedido ao marido: ele deveria se casar novamente. A esposa já estava escolhida: a própria irmã dela, Isaura Rosado Maia. O viúvo cumpriu o desejo da falecida.

O casamento de Jerônimo Rosado com Isaura fez a prole crescer. Vieram mais 18 filhos. Todos numerados. Diferentemente do que reza a lenda no País de Mossoró, nem todos receberam nomes franceses. Do terceiro até o décimo, a inspiração para os nomes era o latim. A partir do 11º, e só com a exceção do 12º filho, todos levaram nomes inspirados nos numerais franceses. Foram ao todo 12 homens e nove mulheres. A maioria recebendo Jerônimo ou Isaura como primeiro nome.

Numeração

Ninguém sabe ao certo o que levou o patriarca a numerar os filhos. Talvez influência dos tratados farmacêuticos da época, todos escritos nas duas línguas, ou algum tipo extremo de obsessão pela ordem. O que se sabe é que o velho Jerônimo Rosado era fanático pela educação dos filhos e dos netos. Tão fanático que, certa vez, quando um de seus netos decidiu que não iria mais estudar, ele não pensou duas vezes. Mandou fazer uma engraxateira para o menino, deu-lhe um macacão de engraxate e ordenou que começasse a trabalhar. Sugeriu, até, que ele nem precisava sair de casa, já que a família era grande e ali mesmo ele teria uma boa clientela. Logo, logo o menino voltou para a escola.

O velho Rosado ensinou os filhos, ainda, a serem solidários. Se houvesse apenas uma fruta para comer, ela era dividida igualmente entre todos. Estimulava as crianças a conversar com estranhos, levando-as consigo, sempre, a encontros ou jantares. Não fazia distinção de sexo: meninos e meninas deviam acompanhar o pai. Tratava todos da mesma maneira. Queria vê-los trabalhando e estudando. Em razão disso, fundou a primeira escola exclusivamente feminina de Mossoró: o Externato Mossoroense.

Tese

Em sua tese de doutorado sobre a família Rosado, o professor José Lacerda Alves Felipe defende a idéia de que essa forma de educar adotada por Jerônimo Rosado tinha como objetivo formar o núcleo de uma oligarquia. Nela, cada filho teria uma função econômica. Felipe trata Jerônimo Rosado como o “herói civilizador” de Mossoró. Uma espécie de grande criador, de instituições sociais, elementos culturais, mitos. O objetivo não declarado era sempre, ele diz, conquistar o poder político.

Cada vez que um filho se aproximava da maturidade, o velho Rosado o chamava para uma conversa em particular, em que tentava convencê-lo a entrar para a política. Os Rosado desmentem isso. Alguns mossoroenses afirmam, contudo, que essa foi uma das revelações feitas por Dix-Huit em seu leito de morte. Verdade ou mito? O que se sabe é que, apenas 18 anos depois da morte do patriarca, um Rosado abraçou, de fato, a carreira política. Em 1948, Dix-Sept Rosado Maia, em uma campanha na qual pela primeira vez se usaram trios elétricos, foi eleito prefeito de Mossoró.

O mito Rosado

Dix-Sept governou a cidade durante quatro anos. Tornou-se, depois, governador do estado, mas morreu, em um acidente aéreo, seis meses depois da posse. Virou um mito. No País de Mossoró, há uma estátua de Dix-Sept, em bronze e tamanho real, na principal praça da cidade. Sob ela, podemos ler: “Nele se conjugaram idealismo e ação, espírito público e solidariedade humana, capacidade de resistência e destino de comando [...]”. Logo abaixo, em letras enormes, a assinatura: “Homenagem do povo”. A estátua foi construída pelo irmão Vingt, que, em 1954, o sucedeu na prefeitura de Mossoró.

O 17º filho foi, de fato, a raiz política dos Rosado. Irmãos, sobrinhos e netos o sucederam como prefeitos da cidade, vereadores, deputados e até senadores. Entre eles, destacam-se Dix-Huit e Vingt Rosado. Depois de algum tempo, os dois irmãos romperam. Diz-se em Mossoró que a briga entre eles não passou de uma jogada política para conservar, em definitivo, os Rosado no poder. Desde então, Rosado é oposição de Rosado. Não importa o vencedor: a família sempre leva. O sobrenome Rosado batiza, hoje, muitas ruas, praças e até estabelecimentos comerciais de Mossoró.

A cultura, porém, ficou nas mãos do 21º, Vingt-un, a quem coube realizar os sonhos educacionais do pai. Desde cedo, ele se empenhou para contar a história de Mossoró, registrar tudo que levasse o nome de sua terra natal e gerar e publicar a produção intelectual dos mossoroenses. Foi por isso que nos anos 1960 ele idealizou e fundou a Escola Superior de Agronomia de Mossoró (Esam), onde organizou encontros e seminários e fez amizade com grandes intelectuais. Vingt-un Rosado foi uma espécie benigna de fanático. A “livrofilia”, sua doença, mas também sua grande força.

Genealogia


Jerônimo Ribeiro Rosado – Farmacêutico, nascido em Pombal, na Paraíba, em 1861.Primeiro Casamento, com Maria Rosado Maia


Jerônimo Rosado Filho – Nasceu em 1890, em Mossoró, foi farmacêutico e poeta. Morreu em novembro de 1920, deixou três filhos e um livro de poesia não publicado.

Laurentino Rosado Maia – Nasceu em 1891, em Catolé do Rocha, na Paraíba. Morreu dias depois do nascimento.

Tércio Rosado Maia – Veio ao mundo no dia 19 de agosto de 1892, em Mossoró. Farmacêutico, dentista, advogado e médico, foi um dos maiores intelectuais mossoroenses. Teve sete filhos, três deles morreram ainda pequenos. Faleceu em 8 de novembro de 1960.

Segundo Casamento, com Isaura Rosado Maia
Isaura Quarto Rosado Maia – Nasceu em 1894, em Mossoró, e morreu dois anos depois.

Laurentino Quinto Rosado Maia – Nasceu em 1896, em Mossoró, e morreu no ano seguinte.

Isaura Sexta Rosado de Sá – Nasceu em janeiro de 1897, em Catolé do Rocha, na Paraíba. Em 1919, casou-se com o médico Abdon Henrique de Sá. Tiveram três filhos.

Jerônima Sétima Rosado Fernandes – Nascida em agosto de 1898, em Mossoró. Casou-se com o cunhado e advogado Aldo Fernandes Raposo de Melo. Tiveram quatro filhos.

Maria Oitava Rosado Cantídio – Nascida em novembro de 1899, em Mossoró. Casou-se com o comerciante (e bom conversador) Raimundo Cantídio de Oliveira. Tiveram quatro filhos.

Isauro Nono Rosado Maia – Nasceu em 1901, em Mossoró. Morreu 24 anos depois, quando fazia o terceiro ano da faculdade de farmácia em Recife.

Vicência Décima Rosado Maia – Nascida em Mossoró, em março de 1902, casou-se em 1923 com o comerciante Francisco Sérgio Maia. Tiveram seis filhos.

Laurentina Onzième Rosado Fernandes – Nasceu em setembro de 1903, na cidade de Mossoró. Casou-se com o advogado Aldo Fernandes Raposo. Morreu em abril de 1922 e teve apenas um filho: Aldo Rosado Fernandes.

Laurentino Duodécimo Rosado Maia – Nasceu em 1905, em Mossoró. Em 1927, se casou com Maria do Carmo Queiroz Rosado. Tiveram seis filhos. Morreu no Rio de Janeiro, em maio de 1954.

Isaura Trezième Rosado Maia – Nasceu em maio de 1906. Casou-se em 1928 com o médico Lavoisier Maia. Tiveram sete filhos.

Isaura Quatorzième Rosado Magalhães – Nascida em junho de 1907, foi professora. Casou-se com o funcionário dos Correios Gentil de Magalhães. Tiveram um filho.

Jerônimo Quinzième Rosado Maia – Nasceu em 1908, em Mossoró. Morreu em dezembro do mesmo ano.

Isaura Seize Rosado Coelho – Veio ao mundo em fevereiro de 1910, em Mossoró. Casada com o professor e juiz Abel Freire Coelho. Tiveram três filhos.

Jerônimo Dix-Sept Rosado Maia – Nasceu em maio de 1911, em Mossoró. Foi prefeito da cidade e governador do Rio Grande do Norte. Casou-se com Adalgiza de Souza Rosado. Tiveram quatro filhos. Morreu num acidente aéreo, em julho de 1951.

Jerônimo Dix-Huit Rosado Maia – Veio ao mundo em maio de 1912, em Mossoró. Foi médico e chefe do serviço de saúde da polícia militar do Rio Grande do Norte. Também foi prefeito de Mossoró, deputado estadual, deputado federal e senador. Casou-se com Naide Medeiros Rosado e teve quatro filhos.

Jerônimo Dix-Neuf Rosado Maia – Nasceu em novembro de 1913, em Mossoró. Foi industrial e comerciante e se casou com Maria Odete de Góis Rosado. Tiveram oito filhos.

Jerônimo Vingt Rosado Maia – Nasceu em janeiro de 1918, em Mossoró. Foi farmacêutico, vereador de Mossoró, prefeito de Mossoró, deputado estadual e federal. Casou-se com Maria Lourdes Bernadeth, teve três filhos e adotou um.

Jerônimo Vingt-un Rosado Maia – Nasceu em setembro de 1920, foi agrônomo e intelectual, além de vereador. Casou-se com América Fernandes Rosado Maia em 1947 e teve seis filhos.

FONTE: COLEÇÃO MOSSOROENSE

10 – ANTONIO PINTO DE MEDEIROS

Natural de Manaus, nascido a 9 de novembro de 1919. Tinha, entretanto, afinidade atávica com a terra de Santa Luzia de Mossoró: o pai, FRANCISCO CALIXTO DE MEDEIROS, homem do povo, simples e destemido, fora um dos defensores da cidade no frustrado ataque de Lampião, em 13 de junho de 1927, um dos bravos componentes da trincheira de Seu Roldo, onde Lampião não pode entrar

Antonio, um dia chegou a Mossoró, jovem, muito jovem “trazia na pele e na alma a cor da selva do seu rincão”. Verde por dentro e por fora. A cidade era, conforme afirma Raimundo Nonato, “uma fogueira”. A luta era ideológica dos grupos dos verdes contra os vermelhos, ou destes contra aqueles

O jovem Antonio Pinto encontrou assim ambiente propício para defender os seus do sigma

Culto, irrequieto e tumultuaste, “em Mossoró, Antonio Pinto estudou. Discutiu. Fez discursos e brigou defendendo o credo pliniano’ – completa ainda Raimundo Nonato. Chamado pelo cumprimento do dever cívico para a prestação do Serviço Militar, na época da segunda Guerra Mundial, transferiu-se para Natal onde “desenvolveu intensa atividade cultural”.. Ele poderia ter sido um grande jornalista, pois tinha coragem e sabia escrever. Entretanto o seu conceito de liberdade, ou o possível juízo que fazia da vida. Ou seja, a qualquer forma de compromisso. Nada o amarrava a mada. Queria disponibilidade em tempo integral, e levou a vida praticando

Antonio Pinto faleceu em Natal no dia 9 de fevereiro de 1970

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