sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

6 – AMÉRICO DE OLIVEIRA COSTA

Américo de Oliveira Costa

Nasceu em Macau em 22 de agosto de 1910. Morreu em Natal no dia 1º de julho de 1996.

Colaborador da Resistência Francesa na Segunda Guerra Mundial, feito que o distinguiu mais tarde com condecorações de Cavalheiro e Oficial das Palmas Acadêmicas e Cavalheiro e Oficial da ordem Nacional do Mérito, do Governo Francês, além de consul honorário da França, em Natal, a vida intelectual de Américo de Oliveira Costa se dividiu entre a paixão pela cultura francesa e a dedicação à cultura de nossa terra.

É prova dessa segunda paixão seus livros Viagem ao Universo de Câmara Cascudo, vencedor do Prêmio Nacional Luís da Câmara Cascudo da Fundação José Augusto, de 1969, e a Seleta de Luís da Câmara Cascudo (organização, estudos e notas).

Um dos fundadores da Aliança Francesa em Natal, seu amor à cultura francesa se expressa nas compilações que fez na sua vasta biblioteca, e que reuniu nos livros A Biblioteca e seus Habitantes e o Comércio das Palavras, (em quatro volumes) onde predominam citações de autores clássicos, sobretudo franceses.

Formado em Direito pela Faculdade do Recife, em 1935, foi prefeito eleito do município de Bebedouro, atual Agrestina, em Pernambuco, de 1935 a 1937, cassado pelo Estado Novo. Em Natal, foi chefe de gabinete do governo de Rafael Fernandes, promotor de Justiça em Currais Novos e em Mossoró, diretor do Departamento de Estatística e secretário-geral do Estado nos governos de Dix-Sept Rosado Maia e Sylvio Pedroza. Foi procurador do Estado e por duas vezes juíz do Tribunal Eleitoral, professor do Colégio Diocesano de Mossoró, do Ginásio Sete de Setembro, da Escola Doméstica, da Escola Normal, da Faculdade de Jornalismo Elóy de Souza e da Faculdade de Direito (titular e emérito) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

No jornalismo, escreveu em "O Mossoroense", de Mossoró, em "O Festeiro", do Recife, em "A Notícia", no "Diário da Manhã" e no "Diário de Pernambuco". Foi secretário dos Diários Associados de Natal e colaborou em outros jornais da cidade, como "Tribuna do Norte".

Foi o primeiro jornalista a manter uma crônica diária na Rádio Poti, intitulada "Gazeta Sonora".

Foi membro da Academia Norte-rio-grandense de Letras,- onde ocupou a cadeira cujo patrono era o seu conterrâneo Aurélio Pinheiro; do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte; do Conselho de Cultura do Estado do Rio Grande do Norte e membro correspondente do Pen-Club do Brasil.

FONTE: O NORDESTE.COM

7 – EMERI JUSSIER COSTA


Natural de Mossoró, nascido a 13 de fevereiro de 1946, filho de Eliseu de Oliveira Costa e Julita de Oliveira Costa. É casado com Maria Luiza Martins de Almeida Costa (Maysa) e pai de Mayria Giovanara Costa Ribeiro Dantas e Emery Jussier Costa Júnior

8 – ZENAIDE DE OLIVEIRA COSTA

ZENAIDE DE ALMEIDA COSTA, natural de São Miguel, nascida a 5 de abril de 1926=3. Escritora, poetisa e musicista potiguar. Publicou “A Vida em Clave de Dó, livro que, na opinião do também acadêmico de Classe DALVA STELLA, mestra e também poetisa. Foi a primeira potiguar a publicar um romance.

9 – EDNA DUARTE DANTAS

EDNA DUARTE DANTAS, natural de Mossoró, nascida a 16 de setembro de 1939, filha de Amâncio Dantas e Bernardina de Carvalho Dantas. Estudou no Ginásio Sagrado Coração de Maria, em sua terra, continuando os estudos em Fortaleza. Formou-se em Direiro na UERN, mas optou pelo magistério

Desde muito jovem publica crônicas no Jornal o Mossoroense (17/10/1872(. Seu primeiro livro – SETRE DEGRAUS DO ABSURDO – COMPOSTO DE SETE CONTOS, recebeu Menção honrosa do Prêmio Câmara Cascudo, em 1974

10 – JAIME HIPÓLITO DANTAS

JAIME HIPÓLITO DANTAS -

Natural de Caicó-RN, nascido a 01 de dezembro de 1927, porém, mossoroense de coração. Em Mossoró constituiu família e passando maior parte de sua vida na terra de Santa Luzia. Faleceu em Natal no dia 22 de março de 1993. Jornalista, contista, poeta, cronista. Era bacharel em Direito. Além ser imortal da Academia Mossoroense de Letras é também patrono de rua.

Uma visão crítica sobre JAIME HIPÓLITO DANTAS

NOS SEUS COMENTÁRIOS SOBRE MERQUIOR, JAIME HIPÓLITO DEMONSTRA PROFUNDA ADMIRAÇÃO, TECENDO COMENTÁRIOS BASTANTE PARECIDOS COM OS QUE DORIAN JORGE FREIRE O DEDICA NO PREFÁCIO DE SEU LIVRO “DE AUTORES E DE LIVROS”

Alguns valores semânticos da língua portuguesa ainda causam estranhamento do ponto de vista coloquial, por tanto se faz necessário falar sobre o peso da palavra “escrita”, para depois adentrar na “Crítica Literária”, realizada por JAIME HIPÓLITO DANTAS em seu livro De Autores e de livros”. Segundo o dicionário Luft, crítica é a arte ou faculdade de examinar ou julgar obras de natureza literária, artística ou científica. A palavra em si carrega um peso negativo: “Julgar”, “censurar”, maledicência (maldizer) – todos esses léxicos traduzem esta negatividade, por isso ao falarmos em “crítica”, o senso comum trata logo como algo ruim

“E quando escrevemos estamos, sim, à mercê deste julgamento, desta análise crítica”, pois o texto torna-se exposto quando lido por outras pessoas. No caso de uma obra literária de qualquer gênero, existem determinados críticos para se produzir e para analisar. Sendo assim, a crítica literária é atividade muito laboriosa para quem a realiza, uma vez que o leitor está em busca de mais informações deste universo paralelo que criamos com a literatura.

No caso de crítica escrita por Jaime Hipólito Dantas, podemos considerar como um livro muito fluente. Sendo uma leitura agradável e compreensível até para um leitor iniciante neste gênero. “De autores e de livros” desperta a curiosidade e interesse pela leitura da literatura mundial, nacional e regional; tem profundidade e limpidez necessária ao entendimento do leitor.

Jaime Hipólito nos mostra o momento histórico, as influências de determinados autores para assim fundamentar seus comentários, traçando um perfil de obra e autores, fazendo este entrelaçamento de fatos. Como exemplo, podemos citar sua crítica aos contos de Dalton Trevisan, onde JAIME Hipólito traça primeiramente um perfil

Reportagem especial publicada no Caderno EXPRESSÃO do jornal Gazeta do Oeste do dia 19 de março de 2007.

11 – PADRE SÁTIRO CAVALCANTI DANTAS


Nascido em 22 de janeiro de 1930, na cidade de Pau dos Ferros, Pe Sátiro ficou órfão aos 11 anos. Mesmo sendo considerada uma criança travessa, comilona e esperta, o ainda menino sentiu a vocação religiosa despertar aos 13 anos. "Nunca quis ser padre. Quem tinha esse desejo era Zé Dantas ( irmão). Quando decidi me tornar sacerdote, somente minha mãe e padre Caminha acreditaram. Minhas professoras diziam que eu era um menino inteligente e queria só os estudos e depois não seguiria", recordou.

Mordendo a própria língua e coçando a cabeça calva de quase 80 anos, ele relembrou que no dia 09 de fevereiro de 1943, após seguir viagem de trem, desembarcou na cidade de Mossoró junto com a mãe e os cinco irmãos. E no mesmo dia, Pe Sátiro ingressou no Seminário de Mossoró. Após alguns anos de dedicação aos estudos e a religião, o jovem seguiu para Fortaleza, depois Recife e por fim Roma, onde permanece por cinco anos, formou-se em Teologia e foi ordenado padre. Retornando à Mossoró. Ainda insatisfeito intelectualmente, Pe Sátiro, cursou Direito na Paraíba e entrou para a lista dos 125 bacharéis da família. Clã esse, que conta com um Ministro do Superior Tribunal de Justiça ( José Dantas) e dois desembargadores ( Licurgo e Expedito Dantas). E a fome pelo conhecimento fez o menino gago e danado de Pau dos Ferros se transformar numa referência do Estado do Rio Grande do Norte.

12 – LAURO DA ESCOSSIA FILHO



LAURO MONTE FILHO, natural de Mossoró, nascido a 1 de junho de 1933, filho de Lauro de Albuquerque Monte Rocha (21/3/1898 – 31/10/1977) e de Maria de Lourdes Nogueira do Monte. Casou-se com Heliane Marques de Lima Monte, de cujo matrimônio nasceram três filhos. Concluiu Ciências Jurídicas pela UERN, em 1981. Atuou como ator desde a mocidade, tendo fundado o TEAM-Teatro de Entidades Amadores de Mossoró. Pertenceu a Diretoria do Clube Ipiranga e da ACDP. Na área de educação exerceu o magistério em diversos estabelecimentos da cidade de Mossoró. Na Prefeitura Municipal de Mossoró exerceu a Assessoria de Turismo por muito tempo. Foi sócio fundador da Amol. Faleceu no dia 7 de julho de 1997.

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